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Metalúrgico deixa bicicleta por carro

01 de julho de 2026, às 14:12

Jornalista Jairo Eduardo fala sobre mudanças no transporte de operários.

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Metalúrgico deixa bicicleta por carro
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Jairo Eduardo

Editor — Pitaco do Pitoco · 01 de julho de 2026, às 14:12

Jornal da Manhã. Os Pitacos do Pitoco com o jornalista Jairo Eduardo Jairo Eduardo seus Pitacos de hoje bom dia. Bom dia, bom dia nossos ouvintes, saudações e um abraço a todos vocês. Com algumas dificuldades aqui ainda, mas vamos, vamos levar adiante, não é? Você, você já foi trabalhar de bicicleta na vida, meu amigo? Ah, com certeza, né Jairo? Quase? É. É. E aí a bicicleta é bom, você faz um exercício, economiza na gasolina, é tudo de bom, né? Tem hora que a gente tem... Estou bem referido ao começo da sua profissão, pode ser uma profissão mais humilde, e não tinha mesmo outra opção, tinha que ser uma grela, uma lotação, aconteceu isso na tua vida ou não? Ah, com certeza, né? A minha primeira bicicleta que eu almejava, quando criança, era a BMX, né? Aí depois... Era o que eu queria. Aí depois comecei a trabalhar e já comprei a primeira bicicleta e aí foi, né? Aí sim. Bom, eu sempre morei aqui perto do terminal rodoviário. E observava os operários da Comil se deslocando pro trabalho. Mas isso tem, nossa, quase 40 anos, né? E era aquele pessoal de macacão azul e tal. a comigo era aqui na antiga na época era Avenida Foz do Iguaçu esquina ali com a Rio Grande do Sul pertinho da igreja Santo Antônio né? E o que eu observava era que a grande maioria dos oper se deslocava de bicicleta e a bicicleta que eh era mais usada nesse perfil era exatamente a tal da Monarque Barra Circular Freio no Pé. Exatamente. Essa você não conheceu, né? Conheci. Freio no Pé. Conheci, claro. Inclusive conheci até a Monareta. Olha só, a Monareta foi a minha primeira, tá aí, ó. Então nós já nos encontramos na conversa. Bom, sempre que eu passo, passava e passo ali na dois sete sete em direção a Foz do Iguaçu, observo do lado direito onde está ali um polo eletro metal mecânico de Cascavel, comi o mascarelo ônibus e tal, observava aquela fila de de carros estacionados na marginal e sempre suspeitei né? Lógico parece muito óbvio isso que aqueles carros pertenciam aos funcionários aos metalúrgicos e aí cruzando esse pensamento com o deslocamento desses mesmos operários de outras gerações de bicicleta eu pensei comigo poxa eu acho que dá pra fazer uma linha do tempo aqui uma reportagem mostrando como mudou o meio de locomoção do profissional metalúrgico que é o típico operário de chão de fábrica e que poderia me trazer uma leitura sociológica diferente pra isso tem que ser um pouco curioso na infância já me chamavam de especula, o que é especula Elio Silva? especula que ele fica especulando procurando saber o que est t acontecendo como que como que n Exatamente Ent me chamavam de especula quando eu era criança. Eu tive que continuar sendo especula por força da minha profissão, né? Tem que perguntar, tem que saber, tem que ter curiosidade. Mas aí pensei, poxa, mas eu vou fazer uma uma reportagem pra dizer que o metalúrgico de hoje não vai mais trabalhar de barra circular. Mas qual é então a viatura entre aspas do operário? Bom, peguei o carro, acionei, pedi pra acionar aqui ao meu lado uma uma câmera do celular que foi varrendo aqueles dezenas, talvez centenas de carros estacionados na frente da Mascarello e da Comil. A minha a minha busca era saber quais eram, vamos chegar mais especificamente, mas qual modelo? Qual motorização? Qual é o carro do metalúrgico? De que metal se faz um metalúrgico? E, bom, mas se eu tivesse que parar ali e contar um por um, se eu tivesse que ligar pro RH comigo, não ia me dar essa informação, ia dizer que é muito invasiva, enfim, não ia sair essa matéria. Aí vai lá pras novas tecnologias, né? Você pega o vídeo que você fez, coloca na inteligência artificial no caso eu usei a do Google que é a de Minai e fiz a pergunta descreva quais são os modelos majoritários entre esses carros que estão aqui filmados bom conto isso, não pra desdobrar a matéria que está no jornal dessa sexta com elementos sociol interessantes conto essa parte de bastidores de como se produz uma reportagem pra contrapor o que alguns c tem dito de que a IA vai matar a profissão do jornalista ou que vai matar a profissão do Hélio ali na frente do microfone depende eu acho que em alguns casos realmente a ameaça é real mas é pra um jornalista veterano em especula que pode construir roteiros alternativos eu acho que haverá uma convivência entre a tecnologia disponível que me ajudou muito ontem naquele processo e a experiência a vivência, a criatividade um outro jeito de buscar a notícia e de trazer a informação num contexto histórico, não é? Esse é o resumo da ópera, viu, Hélio? Eu já não consigo falar mais aqui, mas amanhã estaremos melhor. Pode ser? Pode ser, com certeza, né? Toma aí um chazinho, né? Isso, isso. E água, bastante água, né? Porque quando a gente tá com a garganta assim, bastante água pra hidratar, já melhora aí. Vai dar certo. Eu ia dar um passeio de Monareta, mas cancelei o passeio. Não, mas hoje você pode andar, Jair, porque hoje a previsão é de temperaturas mais altas, né? segundo aí o CIMEPAR, não vai fazer aquele frio tanto assim hoje, então o dia vai ser agradável, né? Só pra você ter uma ideia agora, Cascavel, estamos aí com agora dezesseis graus né? Então vai ser um dia digamos assim, na temperatura agradável tirando aquele friozinho que estávamos aí nesses dias atrás, né? Que assim seja, meu amigo deixo um abraço pra você, pra cada um dos nossos ouvintes saúde a todos e até amanhã. Até amanhã, Jairo Jairo Eduardo com os pitacos do Pitoco aqui na

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Este é o Pitaco do Pitoco, a análise editorial diária de Jairo Eduardo.