Piratuba: região de águas térmicas
Jário Eduardo compartilha dicas de férias em Piratuba, cidadezinha de Santa Catarina.
Leia a íntegra
Jairo Eduardo
Editor — Pitaco do Pitoco · 22 de julho de 2026, às 13:56
Jornal da Manhã. Os Pitacos do Santa Catarina. É assim que nossos antecessores falavam aí no rádio. Pois é. Estou falando desde tal local. E na nossa infância, o pessoal, quando alguém comprava uma bicicleta nova, ganhava, exibia uma roupinha nova, alguma coisa, um sapatinho bacana, alguém já dizia, ó, sujeito é um exibido, está se exibindo. Verdade. Já ouviu falar assim, né? Com certeza. Então, antes de tudo, eu quero dizer que eu não estou me exibindo aqui numa região de águas térmicas, nem em Santa Catarina. É uma viagem que eu posso compartilhar com os nossos ouvintes, uma dica de férias, não é? Bacana. Então, aqui, Piratuba, para chegar aqui, e não façam, por favor, como eu fiz, não confie muito em inteligência artificial não confie muito em GPS de Waze de Google Maps que eles podem colocar você numa fria e aliado a isso alguma barbeiragem geográfica a gente acabou rodando algumas dezenas de quilômetros do que se tivesse feito uma rota mais sensata mas ok o único inconveniente é ter que dirigir a noite com chuva nessas estradas do sul do Brasil que nem sempre estão providas daquele trivial olhinho de gato que podia estar em todas as rodovias desse país, não acredito que seja um investimento multimilionário era um país que joga tanto dinheiro fora em privilégios e mordomias né podia ter o zóio de gato como o pessoal fala né, eu ouvi falar em zóio de gato com certeza né Jara, isso aí na noite pra você dirigir Nossa uma beleza gente Mas uma m na roda Exatamente E a quando voc chega num trecho que acabou o Z Indigato a A j foi cara A vem a preocupa porque principalmente à noite, né? Visibilidade, né? Aí pra algumas pessoas que têm dificuldade pra enxergar, fica complicado, né, Jânio? E, amigo, 100 milímetros de chuva, 100 milímetros, meu amigo. Aqui chove é muito, rapaz. Porque choveu ontem à noite, foi uma coisa completamente absurda. aí o jeito é você ficar a dica, né condutor, é se tem um carro, um caminhão na sua frente você vai ter que se guiar por aquilo, porque não enxerga nada, então o cara da frente ali vai ser o teu guia, mantém uma certa distância, porque enxergar faixa, acostamento não enxerga nada, né tem que ir meio na carona do cara que tá ali na tua frente adequar tua velocidade a ele e vambora, vamo junto, né bom, essa região aqui é uma cidadezinha, Ipiratuba uma cidadezinha de pouco mais de quatro mil almas eu não pude desbravar ainda porque cheguei ontem à noite vim atraído pelas águas termais que foram descobertas aqui décadas atrás quando a Petrobras perdeu dinheiro por aqui perfurando, perfurando pra encontrar petróleo, não encontrou petróleo mas encontrou essa água sulforosa água de trinta e oito graus centígrados que acabou impulsionando essa região do chamado Vale do Rio do Peixe. Mas olha, eu acho que é importante dizer também que há conexões entre essa região aqui, Vale do Rio do Peixe, com figuras muito conhecidas aí de Cascavel. Vamos citar duas aqui? Três. Três. O Piratuba é o nome da cidade. Piratuba é o nome também de um amigo nosso, de vasta cabeleira, ali na revenda da Ronda. o Piratuba, ele levou o apelido dele já é o nome da cidade então já identifica de onde ele veio é um abraço pro Piratuba bom, quem mais? ex-prefeito em três mandatos Cedegar Bueno, não é de Piratuba mas é aqui de Marcelino Ramos, uma cidade limítrofe com Piratuba também no Vale do Rio do Peixe e nossa coleguinha de profissão alô Olga Bondiovane a Olga coleguinha nossa de Capizal que aqui do ladinho Inclusive Jaro j estive a algumas oportunidades n Inclusive eu passei em frente casa onde a Olga Bon Giovanni cresceu n Olha, que bacana, que registro, hein? Inclusive, conheço essa região aí, inclusive, aí as piscinas termais também, muito bonito, muito bacana. Certo, certo. Rio do Peixe, Rio do Peixe aí também. Depois você me dá umas dicas aí pelo zap, né? Onde é que a gente não pode falhar nessa incursão aqui pelo Vale do Rio do Peixe, né? Pois é, tem um outro fator histórico, citei aí a Olga, citei o Edgar Bueno, o Piratuba, mas eu preciso citar também, fazendo aqui algum nepotismo, o meu pai. Porque o meu pai, seu Jairo Fabrício Lemos, uma figura pioneiro de Cascavel, chegou aí no 12 de outubro de 1952, né? nem o município estava ainda emancipado, não havia acontecido a primeira eleição para prefeito, e o meu pai já estava aí, e ele veio exatamente dessa região, Caçador, Campos Novos, Joaçaba, e eu ouvia muito ele falar de esses locais, porque a infância e a juventude dele se deram às margens aqui de uma rede ferroviária construída por norte-americanos na primeira metade do século passado, ligando São Paulo a Rio Grande, o porto do lado do Rio Grande do Sul e essa rede ferroviária passou por aqui ainda há vestígios e o meu pai falava da estação ferroviária onde ele vendia os docinhos que a minha avó produzia pra ganhar algum lá e levar a vida e o meu pai sempre foi um homem muito forte muito saudável e ensava o tal do Rio do Peixe, que tinha uma correnteza relevante na época anado então o meu velho era meio meio peixe também nos deixou em 2015 com muitas saudades até hoje mas é sempre uma satisfação poder visitar o canal em que seus ancestrais você em saída perdemos aí o contato com o Jari Eduardo trazendo aí as suas informações de hoje vamos restabelecer o contato aqui com o J trazendo a as suas informa aqui no nosso T News Vamos trazer mais informa a Vamos restabelecer o contato aqui com o Jário Eduardo pra finalizar aí a sua participação, né? Jário, me ouve.
Vamos lá, vamos ligar novamente aqui pro Jário pra ele finalizar a sua participação aqui no nosso... Vamos lá, finalizar aí a participação com o Jário Eduardo. sete horas e quarenta e oito minutinhos. Oi? Pode seguir, Jairo. Estabelecido o sinal pra você. É, fui eu que derrubei aqui e foi você aí. É, não, acho que foi você. Olha, foi o problema. É, mas pode seguir. Tá no ar de novo. Ok. Ok, ok, amanhã a gente faz daqui com a provisão do Wi-Fi e de uma conexão mais firme, né? Aqui estamos só no 4G. Pois é. Você me ouve bem? Perfeitamente. Pode seguir. Tá, então eu quero encerrar rapidamente a minha participação. não sei se você pegou essa parte que eu falei que o meu pai nasceu aqui nessa região exatamente, certo então eu dizia que é sempre é sempre incrível você poder visitar um lugar em que você ouviu tanto falar na sua infância e que faz parte do enredo da sua vida e você ficava imaginando aquela cena do seu Jairo, meu pai, atravessando esse tal do rio do peixe que ele falava tanto a nado, dessa estação rodoferroviária que tinha aqui, não sei se ainda tem, vou visitar acredito que esteja desativado, né? De uma grande ligação que havia entre São Paulo e Rio Grande e o porto no Rio Grande do Sul. Construída por americanos. Amanhã eu trago mais informações, vamos encurtando a conversa aqui, trazendo o microfone de volta ao Elio. Amanhã eu trago mais informações e dicas de férias sem se exibir, tá bom Elio Silva? Pode ser assim? Pode ser, com certeza. Sem exibir. Eu já estou, Cascavel agora tá caindo um toró daquele jeito Jário, então não tá muito diferente também não, viu? É barulho de chuva que eu tô ouvindo? Exatamente. É, né? É chuva, chuva, chuva. E aquela chuva. Ó, vou dar uma dica pra você aí, tá? Pra você que tá aí na região. Fazenda do Engenho, procura aí.
Tá certo, Jário? Pra você uma excelente quarta-feira e até amanhã. Faltam dez minutinhos aí, dez minutinhos faltando para as oito horas
Este é o Pitaco do Pitoco, a análise editorial diária de Jairo Eduardo.
