Os alemães brasileiros e a Copa do Mundo
Jairo Eduardo comenta sobre a imigração alemã no Brasil e os dois países nessa Copa do Mundo.
Leia a íntegra
Jairo Eduardo
Editor — Pitaco do Pitoco · 01 de junho de 2026, às 14:52
Jairo Eduardo, segunda-feira, início de mês, seja bem-vindo, bom dia. Bom dia, bom dia, um mês de junho bacana aí pra todos nós, pra todo mundo, né? O Hélio, sabe aquela pergunta sem combinar antes? Ah, sei. Sabe, né? Sei. Quantos alemães cabe dentro de um Fusca? Rapaz, aí depende o esforço de cada um, né? Eu acho. E depende o Fusca, né? É. Mas sabe que cabe 10 alemães dentro do Fusca? Depende, né? Depende a estatura, o peso, tudo depende, né? Mas tem um jeitinho de pôr todo mundo lá, é só dizer que não cabe. Porque o alemão é um bicho teimoso, segundo a lenda, não é? Então se você disser que não cabe, entra um até pelo escapamento mas faz caber eu falo e brinco com os alemães até com a liberdade que tem por ser um descendente dessa etnia que em 2024, dois anos atrás, completou-se 200 anos da imigração alemã para o Brasil a imigração começou no Rio Grande do Sul mais precisamente em São Leopoldo com a chegada dos primeiros colonos e esse movimento aconteceu porque crises sociais na Europa somadas necessidade brasileira de povoar o sul do Brasil são somatórias que contribuíram para grandes levas de imigrantes para o Brasil, alemães, italianos, japoneses. e entre esses tantos estão aqueles que fundaram em outubro de 1993 aqui em Cascavel a Sociedade Cultural Germânica o Clube Alemão me inscrevo entre eles, entre os fundadores falo isso porque no último sábado realizamos a vigésima quinta festa do Marreco Recheado aqui em Cascavel, jantar no caso, ali no Tuiuti, e tinha alemão ali de todo jeito, se pegasse ali uma meia-duze e dissesse que não cabe no Fusca, já seria um voluntário, certamente para dizer o contrário me recordo que quando em 1993 fundamos a Sociedade Cultural Germânica também havia uma iniciativa assim de outras etnias, e fundou-se na mesma época, estimulados inclusive para o então prefeito da ocasião, que era o Fidelcino Torrentino, também se fundou a Sociedade Cultural Polonesa e a Sociedade Cultural Italiana. Acabaram n indo adiante os alem s mais teimosos prosseguem at hoje em sua organiza e realizando pelo menos um evento por ano que esse do Marreco n Bom, vamos trazer essa conversa então para o futebol.
Quem você acha que vai desempenhar melhor na Copa, a seleção da Alemanha ou do Brasil, hein, Hélio? Pois é, Jair. ou seja, eu sempre costumo dizer o seguinte Jari, que no esporte na política sempre tem uma caixinha de surpresas ah, sempre pode ter ali uma zebra um fortúnio algo inesperado tudo pode acontecer, né Jari? tudo, tudo a minha mãe particularmente, a dona Irene ela faz algum tempo que está com bronca com a CBF com a forma que conduz o futebol no Brasil e tal, então ela nessa Copa do Mundo ela decidiu pela centésima, milésima vez que ela vai torcer para a Alemanha e não para o Brasil filha de um alemão, neta de holandeses, ela fala o dialeto, entende o dialeto alemão que aprendeu em casa com a mãe, com os avós, enfim e logicamente tem uma simpatia muito forte por esse país europeu eu não vou acompanhá-la dessa vez estou vendo aqui que ela acabou de me mandar um zap aqui, um bom dia não vou acompanhá-la dessa vez vou torcer para o Brasil mesmo tendo um entendimento muito claro que o RH da sele est um pouquinho fragilizado esse ano N consigo enxergar aquele cidad que atua ali no meio do campo distribuindo o jogo com qualidade, embora o Paquetá tenha feito em alguma medida esse papel ontem, quando fez pelo menos duas boas assistências, além de ter cravado um dos seis gols do Brasil. Mas não está no tamanho de um Paulo Roberto Falcão, de um Arthur Antunes Coimbra o Zico, de um Sócrates mesmo do Ronaldinho Gaúcho, não está desse tamanho, que tamanho que é esse? é o cara que consegue segurar ter um domínio de bola no meio do campo com o talento suficiente para fazer uma ligação inesperada com atacantes rápidos como o Vini Júnior enfim mas é aquilo entre você enxergar o que está lá no campo e o que de fato vai acontecer a uma certa distância, vamos torcer pra que o Brasil vá bem e pra homenagear minha mãe, então que os alemães teimosos do Fusca celebrem lá uma vice, né, vice campeão, já tá bom pra eles e vamos pra cima. É isso, Hélio? Pra frente? Tá certo, tá certo, Jário. De repente vai que uma Kombi resolva a situação, né? Ah, pode ser, pode ser. Vamos mandar uma lá pros estantes. Pode ser, né? Valeu, Jário. Pra você uma excelente segunda-feira, com muita neblina aqui na nossa capital do oeste do Paraná e até amanhã Combinado, saúde a todos, grande abraço até breve Jair Eduardo trazendo aí os pitacos do Pitoco pra você aqui na Rádio T 7h48 agora, bom dia
Este é o Pitaco do Pitoco, a análise editorial diária de Jairo Eduardo.
