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Duplicação da BR‑277 promete ganhar até 1h30 entre Cascavel e Curitiba

21 de outubro de 2026, às 13:09

Licença ambiental aprova primeiro trecho da duplicação da BR‑277 entre Matelândia e Cascavel, incluindo ciclovia, com conclusão prevista para 2028

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Duplicação da BR‑277 promete ganhar até 1h30 entre Cascavel e Curitiba
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Jairo Eduardo

Editor — Pitaco do Pitoco · 21 de outubro de 2026, às 13:09

Jornal da Manhã. Os pitacos do Pitoco com o jornalista Jairo Eduardo. Jairo Eduardo, quarta feira, seja bem-vindo aos seus pitacos de hoje, bom dia Jairo. Bom dia, bom dia nossos ouvintes, saudações, um abraço pra todos vocês, a notícia que vem direto aqui do colega de trabalho, Wanderlei Greif, da nossa co-irmã, Rádio Guaçu de Toledo? Tradição, hein? Toledo, muita tradição no rádio, hein, Hélio? Ah, bastante, bastante colega de trabalho ali, né? Sim, inicialmente a AM ali em Toledo, todo mundo migrando pra FM, então o Wanderley Grafe colocou aos microfones da rádio, ali em Toledo, uma entrevista com o presidente do Instituto Ambiente, é, Água e Terra, mudou o nome, né?

IAT, IAT, Instituto Água e terra, o José Bizonhim, que também é de Toledo. E ele entregou, então, ele passou, então, a informação, presidente do IAT, de que estão prontas as licenças ambientais para começar o primeiro trecho de duplicação da dois sete sete entre Matelândia e Cascavel. Ainda é um trecho relativamente pequeno, quatro quilômetros e setecentos metros, exatamente ali na região do Agrocafieira, onde temos, inclusive, um grande frigorífico da LAR, que deve ser um dos maiores frigoríficos de aves da América Latina, com nove mil, nove mil trabalhadores, né?

Tanto relevante é esse empreendimento ali, que o projeto aprovado agora pelo IAT IAT, perdão, prevê também uma ciclovia de um quilômetro e meio, mil e quinhentos metros, exatamente pra dar vazão pra toda essa movimentação de operários, de trabalhadores, ali na região do Agrocafieira. Bom, aprovado pelo IAT, qual é o próximo passo agora? Eu tô falando errado, hein? É IAT, tá? O projeto segue pra Bras onde ser validado as obras come efetivamente no primeiro semestre do pr ano e precisam ser conclu at o in de dois mil e vinte e oito Então esse é o primeiro trecho de duplicação entre Matelândia e Cascavel da BR-277.

Findo, concluído esse trecho, então as obras vêm para outros 12 quilômetros em céu azul. E de céu azul seguem sempre dentro da área de jurisprudência, da área de atribuição da concessionária, seguem até Prudentópolis. Prudentópolis então duplica-se tudo entre Matelândia passando por Cascavel aliás pelo município de Céu Azul Santa Tereza do Oeste Cascavel, Catanduvas Guaraniassu, Laranjeiras Cantagalo Guarapuava e por fim Prudentópolis serão aí então trezentos e dez quilômetros de duplicação, né?

Perceba que o contrato prevê o contrato prevê que esteja tudo duplicado entre Foz do Iguaçu e Paranaguá. Eu fiz um cálculo aqui, é verdade que uma parte desse trecho já está pronto, notadamente entre Foz do Iguaçu e Matelândia, né? Mas eu pedi aqui para a inteligência artificial fazer um cálculo de o que muda no tempo de deslocamento. Já sabemos de qual é a repercussão na fluidez do trânsito, na redução de colisões frontais, que são exatamente as mais letais, típicas de pistas simples, de ultrapassagem mal feita, mal projetada, enfim, todas as tragédias que a gente acompanha já há muitos anos, em uma vida toda, Mas aqui, pelo cálculo da IA, hoje, para ir de Cascavel a Curitiba, fazendo esse recorte pela 277, sem paradas voc vai gastar vai consumir tranquilamente mais de sete horas Conforme o fluxo pode levar at oito horas entre Cascavel e Curitiba sem paradas mas aquela caminh aquela questão toda que a gente já conhece, o transporte da safra, principalmente, até o porto de Paranaguá, tudo isso implica em horários mais estendidos, não é?

Com a duplicação, esse deslocamento pode cair abaixo de seis horas, ou seja, podemos ganhar de uma hora a uma hora e meia no deslocamento de Cascavel a Curitiba, a partir da duplicação da 277. Mas ouvindo pode perguntar, mas quando? Pra quando, né? Olha, são duas concessionárias operando nesse trecho. Uma no sentido Curitiba pro Dentópolis, ali na região de Guarapuava, nos Campos Gerais, e outra que é a IPR aqui da região, que parte, como eu contei agora pouquinho de Matelândia até a região de Guarapuava.

Então, elas são várias frentes de obra e o prazo para que as concessionárias entreguem todas as obras contratadas é de nove anos, a partir da assinatura dos contratos. Então, eu acredito que já faz um ano, dois anos que algumas concessionárias assinaram os contratos, coisa aí pra se tudo caminhar bem, se tudo é certo, coisa pra meados de dois mil e trinta e dois, por aí, trinta e um, a gente já possa se deslocar de Foz do Iguaçu a Curitiba, de Foz do Iguaçu ao litoral paranaense, em pistas duplas, né?

Essa é a notícia, meu amigo Hélio Silva, vamos continuar acompanhando pra que o nosso ouvinte tenha passo a passo como se desdobra essas obras contratadas a partir da concessão das rodovias paranaenses para a iniciativa privada. Agora, uma última questão que eu acho que vale destacar, a rodovia, a concessionária entregou trecho duplicado, ela já tem um degrau sobre a tarifa de 40%. É isso. Entregou a duplicação, aumenta a tarifa do pedágio automaticamente em quarenta. Eu j ia te perguntar mas voc j respondeu n T respondido o contrato o que reza o contrato Pois n Contratinho salgadinho pro bolso brasileiro n Jair Pois é.

Aí tem duas contas pra fazer, né? De fato, ninguém gosta de pagar pedágio. Realmente, com esse 40% vai ficar salgadinho, como você disse. Mas como eu pude observar nessa viagem mais recente que eu fiz ao Rio Grande do Sul, infelizmente a nossa realidade é assim. se tem pedágio, tem estrada se não tem pedágio não tem estrada e a estrada ausente, esburacada mal iluminada ela é caríssima ela arrebenta a roda pneu, o carro como um todo, põe as pessoas em risco e pode levar aquilo que é mais precioso e que não se pode mensurar em moeda, que é a vida humana, então infelizmente essa é a nossa realidade, né?

tá certo, né? E que as nossas estradas, nosso Brasilzão, continua aí sendo, ou seja, né, trazendo segurança para os condutores. É importante a gente sempre falar isso, né, Jari? Também, quando se tem também algumas estradas aí, as nossas rodovias, né, no nosso Brasil, que são, digamos assim, são bem conservadas, né, tem aquelas pessoas que também infracionam a lei, né, desrespeitam a sinalização e como a estrada está boa, acelera um pouquinho e mete o pé, né? Então, a conscientização também de cada motorista, né?

É, se aquela pecinha que está atrás do volante não contribuir, não tem jeito, não é? Exatamente. Você acabou de falar algo que aconteceu aqui entre Cascavel e Toledo. Quando tínhamos a pista simples ali, havia sim acidentes graves e tal. Quando se implantou lá no governo Requeão, lá atrás, as pistas duplas fazendo essa avenidona entre Cascavel e Toledo, imaginava-se que haveria uma redução muito significativa do número de óbitos ali. não foi o que aconteceu no primeiro momento que o pessoal meteu o pé no acelerador ali na viridona, não é?

e se perdiam nas curvas e acidentes de muita gravidade então passa muito pela pecinha que está atrás do volante. Consciência, né Jário? É Tá certo Jário, pra você uma excelente quarta-feira e até amanhã e continue acompanhando as informações aqui da nossa querida capital oeste do Paraná, valeu Jário Combinado assim, saúde a todos grande abraço, até amanhã Até amanhã. Jaro Eduardo trazendo aí os pitacos do Pitoco de hoje aqui na Rádio TKSKV. É o 7h48 agora. Bom dia.

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Este é o Pitaco do Pitoco, a análise editorial diária de Jairo Eduardo.