BR-277:
Empresa paranaense irá elaborar projeto de duplicação
No início da tarde desta terça-feira, a Ecocataratas fechou
o contrato com a empresa que irá desenvolver
o projeto de duplicação entre Medianeira e Cascavel. A escolha foi pela
empresa
paranaense Unidec de Curitiba.
A opção levou em conta a experiência da empresa na
realização de projetos semelhantes. “O conhecimento da
empresa é fundamental para que seja cumprido o prazo
estabelecido”, explica o Diretor Superintendente da
Ecocataratas, Evandro Couto Vianna. Nos próximos dias, os
engenheiros da Ecocataratas e da Unidec
estarão reunidos para traçar o cronograma de estudos e, com mais alguns
dias, técnicos estarão
percorrendo a rodovia para o levantamento de dados
topográficos, geológicos,
hidrológicos, ambientais e das demais necessidades da obra.
A primeira etapa do projeto de duplicação compreende um
trecho de aproximadamente 14,4 km, entre o
fim da pista dupla em Medianeira e o início da
terceira-pista em Matelândia, no km 660,5, com prazo
de conclusão previsto até o fim de junho deste ano. Pela
complexidade do projeto, que envolve
diversos perímetros urbanos entre Medianeira e Cascavel, o
Departamento de Estradas de
Rodagem do Paraná (DER/PR) e a Ecocataratas acordaram no fim
de 2009 que
o trabalho seria feito em etapas.
Com a finalização da primeira parte do projeto em junho de
2010, a Ecocataratas espera poder iniciar a obra
imediatamente. Segundo Vianna, a expectativa é que estes
quatro meses sejam suficientes para haver
um entendimento com o DER/PR para que se pactuem as
alterações no contrato de concessão em
função das determinações judiciais existentes. “Acertado isso com o DER,
podemos iniciar
as obras entre Medianeira e Matelândia enquanto os estudos e
os projetos seguem
nos outros segmentos até Cascavel”, afirma.
O valor do contrato inicial assinado entre a Unidec e a
Ecocataratas é de R$ 2 milhões e poderá ser maior,
caso necessite acréscimos de serviços não pactuados . O valor será
incluído dentro dos investimentos da concessionária e farão
parte de uma renegociação contratual . “Com o entendimento
com o Poder Concedente, este valor é incluído dentro das alterações
contratuais que
serão feitas para a realização da obra e sem previsão de
aumento de tarifa de
pedágio, pois existem várias outras alternativas que estão
sendo
estudadas.”, explica o superintendente da Ecocataratas.