O Pitoco

Conheça a história do Pitoco

O Pitoco nasceu em 27 de janeiro de 1997. Na época, Cascavel não tinha jornal periódico alternativo. A concepção do projeto era clara: um produto jornalístico com baixo custo de produção, focado na cobertura local (notícias só de Cascavel), logística inteligente (circulação nos pontos de repercussão) e informação resumida ao essencial com pitadas de bom humor.

Primórdios

No primeiro ano de atuação, adquiriu um duplicador digital para imprimir o newsletter. O Pitoco nasceu na redação da Clipping News Agência de Notícias, empresa fundada pelos jornalistas Jairo Eduardo Fabrício Lemos e Antonio Santos da Luz.

Clipping News

A agência foi fundada em 1993 com intuito de terceirizar o serviço de assessoria de imprensa. Foi a primeira de Cascavel a atuar especificamente no ramo. A empresa ofereceu ao Pitoco toda a estrutura necessária, com redação informatizada, carros de reportagem e sede no centro de Cascavel.

1º na net

O Pitoco foi o primeiro órgão da imprensa escrita de Cascavel com site na Internet, e por muito tempo foi o único produto jornalístico cascavelense na rede mundial de computadores. Em parcerias com emissoras de rádio, obteve espaço para divulgar suas notícias em programas populares de rádio.

Nasce o mascote

O jornal foi popularizado na televisão através de um mascote. O cachorrinho do Pitoco atuou no programa Olga Bongiovani (Tarobá), onde ganhou fãs entre as crianças.
O Pitoco é o pioneiro na adoção do sistema newsletter em Cascavel. Após seu surgimento, nasceram várias publicações assemelhadas, como o “Via Fax”,“Raio X”, “Fura Bolo”, “Abelhudo” e “Guizo”.

Rabo curto

Seu slogan, (Sem Rabo Preso com Ninguém) e seu estilo lacônico fizeram do Pitoco um campeão de leitura em Cascavel, com média pesquisada e comprovada de 9,6 leitores por exemplar, perfazendo mais de 30 mil leitores na cidade e no planeta (através da internet).

15 ANOS

Simpático, irreverente e atrevido. Esta é a marca do jornal Pitoco, que no dia 27 de janeiro deste ano completou 15 anos de circulação. A data foi celebrada com uma edição especial que relatou como o informativo nasceu a partir de uma derrota eleitoral.
Sem focinheira e sem coleira, o Pitoco construiu uma trajetória ímpar na história do jornalismo cascavelense, driblando as "coleiras" que são ofertadas pelos donos do poder e mantendo-se independente, crítico, exigente e combativo.
Consolidado, o Pitoco gestou um outro produto jornalístico relevante para Cascavel, a revista Aldeia, em sociedade com a jornalista Rejane Martins Pires. A revista é hoje o produto jornalístico mais premiado do interior do Paraná, com quatro Prêmios Amop de Jornalismo e um Prêmio Ocepar, o principal do agronegócio paranaense.

 

Jingle do Pitoco

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